quarta-feira, 7 de maio de 2008

BELO - HISTORIA -

BELO O REI DE TIRO
A origem do nome BELO Uma citação no livro “Revelando o Codigo Da Vinci” de Martin Lunn, Editora Madras, pág.58, nos remeteu ao livro “Mitos Gregos” de Robert Graves, da mesma Editora, que no Capitulo 3, “De Heróis, Deuses e Homens”, págs. 63,65,e 66, encon tram-se citações, sobre os Deuses daquela época: Entre as inúmeras descrições encontramos: era uma filha de Deus Inaco, sacerdotisa da Hera Argiva. O Rei Zeus apaixonou-se e seduziu . Como castigo Hera transformou em uma vaca branca aprisionando-a aos cuidados de Argos Panptes. Zeus mandou Hermes um hábil ladrão liberar . Hera transformou em pavão e mandou caça-lo por todo o mundo. foi primeiro para Dondona depois conhecido como mar Jônico, e dai para o Mar Negro e por diversos caminhos chegou pelo leito do Nilo ao Egito.Zeus devolveu-lhe a forma humana. Casada com Telégono, deu a luz Epafo – seu filho com Zeus que a tocara de algum modo e fundou o culto a Ísis.Epafo, que se dizia ser o divino touro Ápis, reinou sobre o Egito e teve uma filha, Líbia, a mãe de Agenor e BELO, com Poseidon.Agenor, filho de Líbia com Poseidon e cunhado de BELO, deixou o Egito para se estabelecer na terra de CanaãO Rei BELO, que governou Quêmis na Tebaida, era filho de Líbia e Poseidon e gêmeo de Agenor. Sua Esposa, Anquinoé, filha de Nilo deu-lhe os gêmeos Egito e Danaus e um terceiro filho, Cefeu.A Egito foi dado a Arábia como reino, mas ele conquistou também o país do melampôdes e o chamou de Egito, como ele mesmo.Teve 50 filhos, com diferentes mães:Danaus (seu irmão) também teve 50 filhas também com diferentes mães.Após a morte de BELO, os gêmeos brigaram pela herança e, como gesto con- ciliatório, Egito propôs um casamento coletivo entre os 50 príncipes e as 50 princesas. Danaus não consentiu e quando um oráculo confirmou seus re- ceios de que Egito pretendia matar todas as Danaides, preparou-se para fugir para a Líbia. Com assistência de Atenas construiu um navio para si e suas filhas e foram para a Grécia.
Com assistência de Atenas construiu um navio para si e suas filhas e foram para a Grécia, através de Rodes.Assim se conclui que o nome Belo é bem mais antigo que se podia imaginar.Pode-se especular que sendo a civilização grega anterior ao Império Romano esse nome tenha vindo a ser incorporado as suas famílias, em decorrência de suas conquistas daí a existência dele em profusão e o Brasão criado.05.02.2006- Observação feita por Luciano Belo Pereira.

ALGUMAS DATAS DE ARQUIVOS -BELLO

ARQUIVOS COM SOBRENOMES BELLO E BELO
ATÉ O PRESENTE MOMENTO conseguimos chegar na data de 1157 - sr THOMAZ DE MONTE BELLO - YOUSTON, DEVON - NA INGLATERRA. CASADO COM A MRS Thomaz de Bello Monte 1161 - e tiveram um filho chamado John de Bello Monte - depois tivemos acesso a arquivos datados acima de 1500 na INGLATERRA.na ESPANHA temos mais de 970 arquivos com nomes de 1410 a 1799 -Em Portugal temos mais de 1100 arquivos com nomes Bello de 1499 a 1899.Na Italia temos mais de 150 arquivos com nomes Bello de 1600 a 1850.Na Alemanha mais de 150 arquivos com nomes Bello de 1600 a 1800Na França mais de 110 arquivos com nomes Bello desde 1600Na Belgica 1 Bellonas Ilhas de Sao Jorge (DOMININIO PORTUGUES) 44 ARQUIVOS***Estamos colocando datas de suposta entrada de Bello e Belo na America do SULem breve estarao a disposição.nas AMERICAS ou seja na America do SUL iniciou as imigrações VENEZUELA Descoberta em 1498 - entrada de Bello em BRASIL Descoberto em 1500 - BEllo em 1650 -ARGENTINA descoberto em 1516 - Bello desdeURUGUAICHILE descoberta em 1520 entrada de Bello em 1551 PEDRO ZÁRATE BELLOMEXICOEQUADORBOLIVIA COLOMBIAPARAGUAI

DUQUE DE CAXIAS FILHO DE MARIANA CANDIDA DE OLIVEIRA BELLO.

Luiz Alves de Lima e Silva-Duque de Caxias-*Patrono do Exército Brasileiro*
1803: 25 de agosto; nasce em uma Fazenda no Porto da Estrela, Província do Rio de Janeiro, Luiz Alves de Lima e Silva, filho de Francisco de Lima e Silva e de Dona( *)Mariana Cândida de Oliveira Bello. 1808: 22 de novembro; com apenas cinco anos de idade Luiz Alves é admitido como praça titular no 1º Regimento de Infantaria.1817: 15 de agosto; juramento a Bandeira.1818: Luiz Alves matricula-se na Real Academia Militar, logo depois é promovido a alferes e mandado servir na 5ª Cia de Fuzileiros da Guarnição da Corte. Antes de completar 38 anos, a l8 de julho de 1841 Luis Alves foi promovido a general-brigadeiro e recebeu o título de Barão de Caxias, referência à cidade em que derrotara os balaios. 1821: 02 de janeiro; é promovido a Tenente e destacado para ao 1º Batalhão de Fuzileiros, unidade de elite do Exército do Rei.1822: Dom Pedro I, proclama a Independência do Brasil; é criado o Batalhão do Imperador para qual o jovem Luiz Alves é escolhido como ajudante. Com o batalhão parte Luiz Alves para a Bahia, onde os portugueses não aceitavam a Independência do Brasil.1824: promovido a Capitão, recebe a primeira de uma longa série de condecorações; a insígnia de CAVALEIRO DA ORDEM IMPERIAL DO CRUZEIRO DO SUL; é outorgada a primeira constituição do Brasi de1825: partida para o Uruguai; campanha da Cisplatina.1826: campanha no cerco de Montevidéu.1827: Luiz Alves salienta-se em ações de guerra e é obsequiado como título de COMENDADOR DA ORDEM DE SÃO BENTO DE AVIZ.
1828: regresso a Corte e promoção a Major ( Decreto, de 02 de Dezembro com antiquidade de 12 de outubro ).L829: de volta ao Rio de Janeiro depois dos galões de Major, recebe a insígnia de CAVALEIRO DA ORDEM DA ROSA.1830: Luiz Alves no Batalhão do Imperador.1831: Luiz Alves é aclamado 2º CMT do "Batalhão de Oficiais e Soldados" também chamado de "Batalhão Sagrado".Toma parte saliente na repressão de vários motins no Rio de Janeiro. Dom Pedro I abdica ao trono em 07 de abril; Luiz Alves é nomeado para o CORPO DE GUARDAS MUNICIPAIS PERMANENTES.1832: Feijó na Regência. Luiz Alves torna-se o seu braço direito e domina várias rebeliões1833: 02 de fevereiro: casam-se no Rio de Janeiro o Major Luiz Alves de Lima e Silva com Ana Luiza Carneiro Viana.1835: eclodem a Cabanagem no Pará e a Farroupilha no Rio Grande do Sul.1837: Luiz Alves no Rio de Janeiro é promovido a Tenente-Coronel. 1839: agora coronel é nomeado Comandante Geral das Forças Militares no Maranhão e Presidentes dessa Província.1840: maioridade de dom Pedro II.1841: Luiz Alves consegue reprimir a Balaiada que havia agitado por dois anos o Maranhão. Em 18 de julho recebe o Título Nobiliárquico de BARÃO DE CAXIAS.1842: em são Paulo em Minas gerais começa a Revolução Liberal. Depois de nomeado Comandante das Armas da Corte (21 de março), Comandante Chefe das Forças em Operação e Vice-Presidente da Província de São Paulo, Luiz Alves consegue restabelecer a paz em Sorocaba e em Barbacena, centros rebeldes. Em 08 de novembro é nomeado Presidente e comandante das Armas da província do Rio Grande do Sul.1845: 1° de março; o exército Farroupilha rende-se a Luiz Alves1846: Luiz Alves agora na condição de Conde toma posse da cadeira de Senador pelo Rio Grande. Um dos senadores nesta ocasião é o seu pai o Brigadeiro e ex-regente Francisco de Lima e Silva1851: Luiz Alves é o Comandante-em Chefe do Exército Brasileiro na guerra contra Oribe (Uruguai) e Rosas. 1853: Luiz Alves doente, segue para a estação de águas de Baependy. Regressa à corte. Falece o seu pai o Brigadeiro Francisco de Lima e Silva1858: nomeado Conselheiro de Guerra.1862: em 24 de maio Luiz Alves pede a sua exoneração do cargo de Ministro da Guerra e Presidente do Conselho. Em 18 de junho falece seu filho Luis e a 18 de julho é nomeado Marechal Graduado.1865: GUERRA DO PARAGUAI: assinado o tratado da tríplice aliança (1º de maio). Luis Alves deixa de ser nomeado Comandante- em Chefe do Exército Brasileiro para não prejudicar a política do partido. Luiz Alves acompanha o Imperador ao sul; assiste a rendição de Uruguaiana (18 de setembro) e ao final da Questão Christie (22 de setembro).1866: rendição de Itapirú (abril) Tuiuti (24 de maio) Curuzu (agosto). Desastre em Curupaiti (setembro). Luis Alves é nomeado Comandante -em Chefe das Forças do Império em Operação contra Lopez (10 de outubro) e é efetivado no posto de Marechal (13 de outubro). 1867: Caxias ocupa-se no 1º semestre, de completar e reorganizar o Exército. A 22 de julho dá ordem de marcha ao Exército que inicia então o ataque do flanco de Tuiu-Cué. Seguem-se as vitórias a passagem forçada de Curupaiti (15 de agosto); combate e tomada de Pilar (20 de agosto); combate do Estero-Rojas (22 de setembro; Tail (02 de novembro) Tuiuti 2ª) em 03 de novembro.1868: Marques de Caxias prossegue na ofensiva: estabelecimento e passagem de Humaitá (25 de julho); rendição da Guarnição de Humaitá ( 05 de agosto); ocupação de Novo Estabelecimento (19 de agosto); construção da estrada do Chaco (outubro á novembro); desembarque do exército em Santo Antônio (05 de dezembro) Lomas Valentina (21 a 27 de deslembro); rendição da Angustura (30 de dezembro).1869: Caxias entra em assunção (05 de janeiro) e por motivo de saúde regressa a 21 de janeiro para o Rio de Janeiro.1870: 23 de março; recebe o título de Duque. 1874: falece a duquesa de Caxias, e o duque faz o testamento.1875: Caxias é nomeado para Presidente do Conselho de Ministros.1880: 08 de maio: Caxias morre na Fazenda do Barão de Santa Mônica ( Vassouras ) e seu corpo é levado a Corte.
A MORTE DO VELHO MARECHAL
O ano de l880 marcará a morte do Velho Marechal. Caxias começa a sentir que não possui mais saúde para completar os seus oitentas e sete anos de glórias e serviços prestados a pátria; o mês de maio será para Caxias o final de sua jornada.Luis Alves de Lima e Silva já se apresenta com um olhar cansado. Aglutina ainda Caxias mesmo doente, algumas forças o que na realidade até anima sua família, chegando no dia 08 de maio de l880 se locomover em sua cadeira de rodas os cômodos de sua casa. No entanto as 6.30 hs, Caxias tem um mal súbito e rapidamente é retirado para o seu aposento, que possuia uma modesta cama de ferro, dois pequenos criados. Foi chamado o Monsenhor Meirelles para que o Velho Marechal" fizesse a confissão e recebesse o sacramento da morte; o que logo ocorreu.Quando de sua morte apenas sete pessoas estavam no seu quarto e são eles: os Barões de Santa Mônica, Monsenhor Meirelles, seu neto o Major Francisco Nicolau de Lima Nogueira da Gama, os Srs Carlos Artur da Silva , o Coronel José Julião Carneiro da Silva e o seu fiel mordomo Manuel.Com muita serenidade, como se fosse partir para uma simples viagem, o Velho Marechal faz a sua última respiração. Morre o maior militar do EXÉRCITO BRASILEIRO.
(*) D. Mariana Candida de Oliveira Bello, tambem foi cunhada do delator da Inconfidencia Mineira, Joaquim Silverio dos Reis (Montenegro), e irmã de varias personalidades brasileiras, assim como descreverei abaixo:
Padre Luiz José de Freitas Bello.
Coronel Antonio Lopes de Oliveira Bello
Brigadeiro Joaquim Mariano de Oliveira Bello. Na realidade este foi Brigadeiro e Deputado em Alagoas.
Marechal Wenceslau Alves (foi Presidente das províncias do Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo)- Foi pai de Luiz Alves Leite de Oliveira Bello, nascido em Porto Alegre que foi Presidente da Província do Rio de Janeiro.
Coronel Jose Ricardo Oliveira Bello
Bernardina Quitéria dos Reis (que casou com Joaquim Silvério dos Reis Montenegro) Inconfidencia Mineira (o delator).
Nome de casada passa a ser de Mariana Cândida de Lima (Baronesa de Barra Grande). Dama Honorária da Imperatriz.

SOBRENOMES DE JUDEUS NA AMERICA DO SUL

SOBRENOMES DE CRISTAOS NOVOS -JUDEUS-Genealogia Judaico-Brasileira Sobrenomes usados por cristãos novos processados pela Inquisição O que toda essa história tem a ver com você? Estima-se que cerca de um décimo (1/10), da população brasileira seja de descendentes de judeus cristãos-novos - alguns historiadores afirmam que na verdade essa proporção é de 35%. Isso equivale, na menor das estimativas, a 17 milhões de pessoas. Segue-se uma lista retirada do livro "As raízes judaicas no Brasil", de Flávio Mendes de Carvalho, com os sobrenomes de cristãos-novos, brasileiros ou residentes no Brasil, condenados pela Inquisição nos séc. XVII e XVIII e que constam nos arquivos da Torre do Tombo em Lisboa. A sua família pode estar citada aqui! É bom lembrar que os judeus, por ocasião da conversão forçada e para esconder suas raízes e evitar a perseguição, adotaram muitos sobrenomes de cristãos-velhos. Assim o fato de um sobrenome estar na lista não nos garante dizer que todas as pessoas que o carregam são descendentes dos cristãos-novos. Por outro lado, o fato de outro sobrenome não estar, não quer dizer que não seja de origem judaica, posto que a pesquisa de Flávio Mendes não abrangeu todo o período de atuação da Inquisição e ainda que muitas famílias conseguiram manter-se em segredo. Na obra do historiador, também descendente de cristãos-novos, constam os nomes e na maioria das vezes a naturalidade, o parentesco e residência dos judaizantes - termo como eram chamados os conversos descobertos praticando o judaísmo. Há vários casos em que muitos dos membros de uma mesma família foram condenados e torturados para delatar a sua própria gente.Nota sobre os nomes de árvore como sobrenome judaicoCorre pelo Brasil uma certa crença de que todos os sobrenomes com nomes de planta e de animais são sobrenomes de cristãos-novos. Isso é um mito porque muitos desses nomes são bastante antigos e usados igualmente por famílias cristãs-velhas. Ainda há, como pode ser visto na lista, diversos outros tipos de sobrenomes também adotados pelas famílias de conversos, como os de origem geográfica (p. ex. Toledo, Évora), os de alcunha (p. ex. Moreno, Bueno), os de profissões (p. ex. Ferreira), os derivados de nomes de pessoas (p. ex. Henriques, Fernandes), entre outros.***Com a letra B- temos: Bacelar Balão Balboa Balieyro Baltiero Bandes Baptista Barata Barbalha Barboza /Barbosa Bareda Barrajas Barreira Baretta Baretto Barros Bastos Bautista Beirão Belinque Belmonte "Bello" Bentes Bernal Bernardes Bezzera Bicudo Bispo Bivar Boccoro Boned Bonsucesso Borges Borralho Botelho Bragança Brandão Bravo Brites Brito Brum Bueno Bulhão.

ARQUIVO DA INGLATERRA THOMAZ BELLO NO ANO DE 1157.

CONSEGUIMOS VERIFICAR UM ARQUIVO COM O NOME THOMAZ DE BELLO MONTE DATADO DE 1157 EM YOUSTON, DEVON, ENGLAND.

JUDEUS BELLO NA VENEZUELA DE ORIGEM PORTUGUESA

JUDEUS
Na Venezuela, durante a época colonial chegaram muitos portugueses de apelido Bello provenientes do Algarve e das ilhas, estavam muito relacionadas com a familia Fernandes de Leao, dos quais suspeito serem cristaos novos.Um dos venezuelanos mais ilustres foi descendente desta família, Don Andrés Bello, nascido em Caracas e falecido no Chile. Foi um insigne professor de fillologia hispânica no século XIX e grande instrutor de Simon Bolivar, o libertador.

BARONESA DA BARRA GRANDE

Mariana Cândida Oliveira Belo
* 29.04.1783 + 10.11.1841

Pais
Pai: Luiz Alves de Freitas Belo * c. 1750Mãe: Ana Quitéria Joaquina de Oliveira * c. 1750

Casamentos
1801Com: Francisco Lima Silva 1º barão Barra Grande * 1785
Filhos
Luis Alves de Lima e Silva, 1º duque de Caxias * 1803 cc Ana Luisa Carneiro Viana
José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho, 1º conde de Tocantins * 1809 cc I Emiliana de Morais cc II Maria Balbina da Fonseca Costa
José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho, Conde de Tocantis * 1809 cc Maria Balbina da Fonseca Costa
Maria Bernardina Mafalda de Lima e Silva * 1810
Francisco de Lima e Silva * 1811
Carlos Miguel de Lima e Silva * 1813
Camilo de Lima e Silva * 1815
Carlota Guilhermina de Lima e Silva cc Manuel da Fonseca de Lima e Silva, 1º barão de Suruí Carlota Leopoldina de Lima e Silva * 1818

LISTA DE IMIGRANTES ITALIANOS, PORTUGUESES, ESPANHOIS, NO BRASIL ANO DE 1880

IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0001 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 01001746 BELLO ADDOLORATA 002 00 ITALIANA 13/04/1902 00472576 BELLO ADELAIDE 006 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00881714 BELLO ALBANO 004 00 PORTUGUESA 06/05/1899 01021998 BELLO ALDON 012 00 ESPANHOLA 26/11/1904 00292007 BELLO ALEXANDRA 024 00 ESPANHOLA 22/02/1891 00210776 BELLO AMABILE 010 00 ITALIANA 05/12/1888 01041581 BELLO AMELIA BELLO 038 00 PORTUGUESA 29/08/1905 00143850 BELLO ANCIELLO 057 00 ITALIANA 11/10/1887 00017233 BELLO ANDREA 000 00 ITALIANA 00017242 BELLO ANDREA 000 00 ITALIANA 00278069 BELLO ANDREA 021 00 ITALIANA 26/08/1890 00426447 BELLO ANDREA 047 00 ITALIANA 27/12/1891 00932905 BELLO ANDREA 045 00 ITALIANA 21/01/1901 00767415 BELLO ANGA 028 00 ESPANHOLA 20/04/1896 00017234 BELLO ANGELA 000 00 ITALIANA 00017235 BELLO ANGELA 000 00 ITALIANA 00210769 BELLO ANGELA 043 00 ITALIANA 05/12/1888 00426483 BELLO ANGELA 040 00 ITALIANA 28/12/1891 00482279 BELLO ANGELA 037 00 ITALIANA 01/11/1892 01069429 BELLO ANGELA 052 00 ITALIANA 18/06/1906 00017237 BELLO ANGELO 000 00 ITALIANA 00101619 BELLO ANGELO 050 00 ITALIANA 16/05/1887 00402664 BELLO ANGELO 020 00 ITALIANA 29/10/1891 00420001
BELLO ANGELO 040 00 ITALIANA 20/12/1891 00527402 BELLO ANGELO 004 00 ITALIANA 02/06/1893 01021996 BELLO ANICETA DOMINGUEZ 048 00 ESPANHOLA 26/11/1904 00017240 BELLO ANNA 000 00 ITALIANA
00203785 BELLO ANNA 042 00 ITALIANA 15/05/1888 00278375 BELLO ANNA 035 00 PORTUGUESA 26/11/1888 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0002 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00625883 BELLO ANNA 055 00 ITALIANA 18/07/1895 00832213 BELLO ANNA 012 00 ITALIANA 08/02/1897 00835519 BELLO ANNA 012 00 ITALIANA 08/02/1897 01069432 BELLO ANNA 008 00 ITALIANA 18/06/1906 00210772 BELLO ANTONIA 014 00 ITALIANA 05/12/1888 00482280 BELLO ANTONIA 013 00 ITALIANA 01/11/1892 01041586 BELLO ANTONIA 008 00 PORTUGUESA 29/08/1905 00109057 BELLO ANTONIO 036 00 ITALIANA 23/06/1887 00168061 BELLO ANTONIO 023 00 ITALIANA 28/02/1888 00203799 BELLO ANTONIO 015 00 ITALIANA 15/05/1888 00278378 BELLO ANTONIO 009 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00472587 BELLO ANTONIO 009 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00511844 BELLO ANTONIO 041 00 ITALIANA 27/01/1893 01046346 BELLO ANTONIO 002 00 ESPANHOLA 27/11/1905 01069430 BELLO ANTONIO 025 00 ITALIANA 18/06/1906 01102152 BELLO ANTONIO NONIRA 033 00 ESPANHOLA 05/07/1911 00278383 BELLO AUGUSTO 005 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00203795 BELLO BARNALIA 018 00 ITALIANA 15/05/1888 00278270 BELLO BELMIRO 001 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00364033 BELLO BIAGIO 022 00 ITALIANA 02/12/1890 01041580 BELLO BLAZ NICOLAU 046 00 PORTUGUESA 29/08/1905 00203867 BELLO BONA 004 00 ITALIANA 15/05/1888 00278267 BELLO CANDIDA 003 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00168058 BELLO CARLO 049 00 ITALIANA 28/02/1888 00482276 BELLO CARLO 039 00 ITALIANA 01/11/1892 00781984 BELLO CARLO 056 00 AUSTRIACA 25/05/1896 01069428 BELLO CARLO 052 00 ITALIANA 18/06/1906 00017245 BELLO CARLOTA 000 00 ITALIANA __/__/____ 00816872 BELLO CARLOTA 035 00 ESPANHOLA 20/06/1896 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0003 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00984494 BELLO CARMELA 031 00 ITALIANA 03/02/1902 00118754 BELLO CARMELLO 045 00 ITALIANA 24/03/1884 00679765 BELLO CATERINA 043 00 ITALIANA 21/10/1895 00121385 BELLO CATTERINA 044 00 ITALIANA 28/08/1887 00203866 BELLO CELESTE 008 00 ITALIANA 15/05/1888 00191457 BELLO CIPRIANO 010 00 ITALIANA 18/03/1888 01046347 BELLO CLAUDIO 001 00 ESPANHOLA 27/11/1905 00625885 BELLO CLEMENTINA 022 00 ITALIANA 18/07/1895 00191466 BELLO COLOMBO 005 00 ITALIANA 18/03/1888 00017244 BELLO DILETA 000 00 ITALIANA __/__/____ 00723769 BELLO DOLORES 044 00 ESPANHOLA 21/09/1896 00420003 BELLO DOMENICA 041 00 ITALIANA 20/12/1891 00426485 BELLO DOMENICA 041 00 ITALIANA 28/12/1891 01001838 BELLO DOMENICA 002 00 ITALIANA 13/04/1902 00527405 BELLO DOMENICO 002 00 ITALIANA 02/06/1893 00932908 BELLO DOMENICO 005 00 ITALIANA 21/01/1901 00934562 BELLO DOMENICO 012 00 ITALIANA 21/03/1901 00958690 BELLO DOMENICO 011 00 ITALIANA 26/07/1901 01001836 BELLO DOMENICO 027 00 ITALIANA 13/04/1902 00984881 BELLO DONATO 009 00 ITALIANA 03/02/1902 01151101 BELLO DONATO 005 00 ITALIANA 28/04/1909 00168066 BELLO ELISA 013 00 ITALIANA 28/02/1888 01021997 BELLO EMILIO 014 00 ESPANHOLA 26/11/1904 00472574 BELLO ENCACIO 014 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00118757 BELLO ENRICO 016 00 ITALIANA 24/03/1884 00203882 BELLO ERCULIANO 001 00 ITALIANA 15/05/1888 00143055 BELLO FELICE 023 00 ITALIANA 24/04/1887 00101617 BELLO FELICE DI SANTO 042 00 ITALIANA 16/05/1887 01041587 BELLO FELICIANO 006 00 PORTUGUESA 29/08/1905 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0004 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00501003 BELLO FRANCESCA 020 00 ITALIANA 14/03/1893 00647507 BELLO FRANCESCO 040 00 ITALIANA 21/08/1895 00501000 BELLO FRANCESCO SAVERIO 022 00 ITALIANA 14/03/1893 00645042 BELLO FRANCISCA 026 00 ESPANHOLA 18/08/1895 00118756 BELLO FRANCISCO 018 00 ITALIANA 24/03/1884 00767419 BELLO FRANCISCO 002 00 ESPANHOLA 20/04/1896 00645040 BELLO FRANCISCO MORALLES 053 00 ESPANHOLA 18/08/1895 01154179 BELLO FRANCISCO RAMOS 038 00 PORTUGUESA 18/05/1908 00396051 BELLO GENEROSO 024 00 ITALIANA 05/11/1891 01001837 BELLO GENNARINA ALPINI 021 00 ITALIANA 13/04/1902 00109061 BELLO GIACCOMO 007 00 ITALIANA 23/06/1887 00426482 BELLO GIACOMO 043 00 ITALIANA 28/12/1891 00511852 BELLO GIACOMO 012 00 ITALIANA 27/01/1893 00191467 BELLO GIORGIO 001 00 ITALIANA 18/03/1888 00210770 BELLO GIOSUE 020 00 ITALIANA 05/12/1888 00894922 BELLO GIOVANNA 016 00 ITALIANA 09/12/1898 00023647 BELLO GIOVANNI 021 00 ITALIANA 02/01/1877 00109062 BELLO GIOVANNI 005 00 ITALIANA 23/06/1887 00203790 BELLO GIOVANNI 023 00 ITALIANA 15/05/1888 00259940 BELLO GIOVANNI 031 00 ITALIANA 18/04/1890 00511854 BELLO GIOVANNI 010 00 ITALIANA 27/01/1893 00625888 BELLO GIOVANNI 023 00 ITALIANA 18/07/1895 00625889 BELLO GIOVANNI 001 00 ITALIANA 18/07/1895 01008131 BELLO GIOVANNI 039 00 ITALIANA 01/07/1903 00017239 BELLO GIOVANNI BATTISTA 000 00 ITALIANA __/__/____ 00417455 BELLO GIOVANNI BATTISTA 029 00 ITALIANA 08/09/1891 00017243 BELLO GIUSEPPE 000 00 ITALIANA __/__/____ 00168064 BELLO GIUSEPPE 016 00 ITALIANA 28/02/1888 00191443 BELLO GIUSEPPE 039 00 ITALIANA 18/03/1888 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0005 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00203797 BELLO GIUSEPPE 017 00 ITALIANA 15/05/1888 00625882 BELLO GIUSEPPE 048 00 ITALIANA 18/07/1895 00832214 BELLO GIUSEPPE 010 00 ITALIANA 08/02/1897 01016512 BELLO GIUSEPPE 035 00 ITALIANA 22/09/1904 01151100 BELLO GIUSEPPE 007 00 ITALIANA 28/04/1909 01001739 BELLO GIUSEPPE SALVATORE 003 00 ITALIANA 13/04/1902 00191451 BELLO GIUSEPPINA 038 00 ITALIANA 18/03/1888 00527380 BELLO GIUSEPPINA 029 00 ITALIANA 02/06/1893 00832211 BELLO GIUSEPPINA 017 00 ITALIANA 08/02/1897 00835517 BELLO GIUSEPPINA 017 00 ITALIANA 08/02/1897 00259949 BELLO GIUSTINA 001 00 ITALIANA 18/04/1890 01021995 BELLO GONZALO MENEZES 058 00 ESPANHOLA 26/11/1904 00109064 BELLO GUGLIELMO 003 00 ITALIANA 23/06/1887 00511855 BELLO GUGLIELMO 008 00 ITALIANA 27/01/1893 00472565 BELLO IGNAZIO 046 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00308579 BELLO ISABEL 021 00 ESPANHOLA 14/12/1889 00645041 BELLO ISABEL 050 00 ESPANHOLA 18/08/1895 00767418 BELLO ISABELLA 003 00 ESPANHOLA 20/04/1896 00645044 BELLO IZABEL 010 00 ESPANHOLA 18/08/1895 01176653 BELLO JACINTHA 017 00 ESPANHOLA 08/05/1912 00292009 BELLO JOAO 001 00 ESPANHOLA 22/02/1891 00472590 BELLO JOAO 006 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00477203 BELLO JOAO 027 00 PORTUGUESA 10/05/1892 00933800 BELLO JOAO 032 00 ITALIANA 02/02/1901 01041583 BELLO JOAO 015 00 PORTUGUESA 29/08/1905 00767414 BELLO JOAO RODA 032 00 ESPANHOLA 20/04/1896 01012158 BELLO JOAQUIM 016 00 PORTUGUESA 14/04/1904 01041584 BELLO JOAQUIM 013 00 PORTUGUESA 29/08/1905 01154177 BELLO JOAQUIM FRANCISCO 040 00 PORTUGUESA 18/05/1908 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0006 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00308578 BELLO JOSE 016 00 ESPANHOLA 14/12/1889 00881712 BELLO JOSE 008 00 PORTUGUESA 06/05/1899 01041582 BELLO JOSE 018 00 PORTUGUESA 29/08/1905 01122159 BELLO JOSE 021 00 ESPANHOLA 23/06/1916 00929292 BELLO JOSE AUGUSTO DE 025 00 PORTUGUESA 08/01/1901 00278374 BELLO JOSE JOAQUIM 037 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00278261 BELLO JOSE MARIA 037 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00881708 BELLO JOSE MARIA 034 00 PORTUGUESA 06/05/1899 00723768 BELLO JOSE ROIZ 045 00 ESPANHOLA 21/09/1896 00835520 BELLO JOSEFA 010 00 ITALIANA 08/02/1897 00308571 BELLO JUAN 013 00 ESPANHOLA 14/12/1889 00723770 BELLO JUAN 015 00 ESPANHOLA 21/09/1896 01176652 BELLO JUAN 023 00 ESPANHOLA 08/05/1912 01046344 BELLO JUAN DOMINGUEZ 024 00 ESPANHOLA 27/11/1905 01022001 BELLO JUANA 001 00 ESPANHOLA 26/11/1904 00881717 BELLO LEONOR 002 00 PORTUGUESA 06/05/1899 00934560 BELLO LEOPOLDO 044 00 ITALIANA 21/03/1901 01021999 BELLO LISETA 009 00 ESPANHOLA 26/11/1904 00816874 BELLO LORENZA 015 00 ESPANHOLA 20/06/1896 00017236 BELLO LUCIA 000 00 ITALIANA __/__/____ 00168060 BELLO LUIGI 046 00 ITALIANA 28/02/1888 00203794 BELLO LUIGI 020 00 ITALIANA 15/05/1888 00118761 BELLO LUIGIA 002 00 ITALIANA 24/03/1884 00832210 BELLO LUIGIA 044 00 ITALIANA 08/02/1897 00835516 BELLO LUIGIA 000 00 ITALIANA 08/02/1897 00278265 BELLO LUIZ 010 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00894923 BELLO MADDALENA 006 00 ITALIANA 09/12/1898 00472572 BELLO MALVINA 043 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00308569 BELLO MANOEL 021 00 ESPANHOLA 14/12/1889 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0007 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00472591 BELLO MANOEL 002 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00767420 BELLO MANOEL 003 00 ESPANHOLA 20/04/1896 01041585 BELLO MANOEL 011 00 PORTUGUESA 29/08/1905 00544869 BELLO MANOELA CAMPOS 036 00 ESPANHOLA 24/06/1893 00984884 BELLO MARGHERITA 001 00 ITALIANA 03/02/1902 00118760 BELLO MARIA 004 00 ITALIANA 24/03/1884 00203802 BELLO MARIA 010 00 ITALIANA 15/05/1888 00259944 BELLO MARIA 003 00 ITALIANA 18/04/1890 00278263 BELLO MARIA 035 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00278381 BELLO MARIA 007 00 PORTUGUESA 26/11/1888 00308572 BELLO MARIA 016 00 ESPANHOLA 14/12/1889 00420004 BELLO MARIA 004 00 ITALIANA 20/12/1891 00426484 BELLO MARIA 004 00 ITALIANA 28/12/1891 00472583 BELLO MARIA 032 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00472599 BELLO MARIA 005 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00482281 BELLO MARIA 008 00 ITALIANA 01/11/1892 00511848 BELLO MARIA 036 00 ITALIANA 27/01/1893 00625887 BELLO MARIA 019 00 ITALIANA 18/07/1895 00645043 BELLO MARIA 013 00 ESPANHOLA 18/08/1895 00816873 BELLO MARIA 001 00 ESPANHOLA 20/06/1896 00881711 BELLO MARIA 031 00 PORTUGUESA 06/05/1899 00894921 BELLO MARIA 041 00 ITALIANA 09/12/1898 00902032 BELLO MARIA 000 00 PORTUGUESA 15/03/1899 00984880 BELLO MARIA 012 00 ITALIANA 03/02/1902 01022000 BELLO MARIA 007 00 ESPANHOLA 26/11/1904 01041588 BELLO MARIA 003 00 PORTUGUESA 29/08/1905 01069431 BELLO MARIA 018 00 ITALIANA 18/06/1906 00472596 BELLO MARIA AUGUSTA 037 00 PORTUGUESA 08/12/1891 01117981 BELLO MARIA DA PIEDADE 019 00 PORTUGUESA 23/12/1915 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0008 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 00109058 BELLO MARIA MAZZONI 031 00 ITALIANA 23/06/1887 00932907 BELLO MARIO 017 00 ITALIANA 21/01/1901 00894920 BELLO MICHELE 043 00 ITALIANA 09/12/1898 01001732 BELLO MICHELE 058 00 ITALIANA 13/04/1902 01151096 BELLO MICHELE 061 00 ITALIANA 28/04/1909 00415747 BELLO MICHELLE 032 00 ITALIANA 04/09/1891 00292008 BELLO MIGUEL 012 00 ESPANHOLA 22/02/1891 00902031 BELLO MIGUEL ALBANO 000 00 PORTUGUESA 15/03/1899 00816871 BELLO MIGUEL E 038 00 ESPANHOLA 20/06/1896 00561466 BELLO NAZZARENO 042 00 ITALIANA 15/07/1893 00105316 BELLO NICOLA 027 00 ITALIANA 25/06/1883 00363993 BELLO NICOLA 033 00 ITALIANA 02/12/1890 00958689 BELLO NICOLA 043 00 ITALIANA 26/07/1901 01001745 BELLO ORSOLA VERETRINA 023 00 ITALIANA 13/04/1902 00647508 BELLO PAOLA 039 00 ITALIANA 21/08/1895 00216779 BELLO PASQUALE 033 00 ITALIANA 04/05/1888 00984200 BELLO PASQUALE 034 00 ITALIANA 03/02/1902 00308568 BELLO PEDRO CARVALLO 049 00 ESPANHOLA 14/12/1889 00932906 BELLO PELLEGRINA 040 00 ITALIANA 21/01/1901 00109059 BELLO PIETRO 011 00 ITALIANA 23/06/1887 00511851 BELLO PIETRO 016 00 ITALIANA 27/01/1893 00832209 BELLO PIETRO 045 00 ITALIANA 08/02/1897 00835515 BELLO PIETRO 045 00 ITALIANA 08/02/1897 00203782 BELLO POMPEO 056 00 ITALIANA 15/05/1888 00832215 BELLO REGINA 033 00 ITALIANA 08/02/1897 00835521 BELLO REGINA 033 00 ITALIANA 08/02/1897 00203788 BELLO ROMARI 027 00 ITALIANA 15/05/1888 00119073 BELLO SABUTO 056 00 ITALIANA 19/11/1886 01151097 BELLO SALVATORA BASSANA 041 00 ITALIANA 28/04/1909 IMIGRANTES - Event. e Publ. LTDA PROJETO IMIGRANTES QUA 18 JUN 2003 17:41 ARQUIVO HISTORICO LISTAGEM SINTETICA P/SOBRENOME AHPIL202 PAG: 0009 NUMERO SOBRENOME NOME ANOS MESES NACIONALIDADE CHEGADA 01001735 BELLO SALVATORA PERSANO 041 00 ITALIANA 13/04/1902 01001744 BELLO SALVATORE 030 00 ITALIANA 13/04/1902 00017241 BELLO SANTA 000 00 ITALIANA __/__/____ 00527378 BELLO SANTE 030 00 ITALIANA 02/06/1893 00118755 BELLO SANTINA BETTINOLI 029 00 ITALIANA 24/03/1884 00017238 BELLO SANTO 000 00 ITALIANA __/__/____ 00291978 BELLO SEBASTIAN 030 00 ESPANHOLA 22/02/1891 01041589 BELLO SEBASTIAO 001 00 PORTUGUESA 29/08/1905 00679766 BELLO STEFANO 016 00 ITALIANA 21/10/1895 00472579 BELLO TALASCO 036 00 PORTUGUESA 08/12/1891 00118759 BELLO TERESA 014 00 ITALIANA 24/03/1884 00203884 BELLO TERESA 026 00 ITALIANA 15/05/1888 00210774 BELLO TERESA 012 00 ITALIANA 05/12/1888 00259942 BELLO TERESA 029 00 ITALIANA 18/04/1890 00523227 BELLO TERESA 018 00 ITALIANA 14/04/1893 00647509 BELLO TERESA 014 00 ITALIANA 21/08/1895 00679764 BELLO TERESA 020 00 ITALIANA 21/10/1895 00767417 BELLO TERESA 004 00 ESPANHOLA 20/04/1896 00934561 BELLO TERESA 039 00 ITALIANA 21/03/1901 00929293 BELLO TERESA DE 023 00 PORTUGUESA 08/01/1901 01046345 BELLO THOMAZA FERNANDEZ 021 00 ESPANHOLA 27/11/1905 00832212 BELLO VICENZO 014 00 ITALIANA 08/02/1897 00832216 BELLO VICENZO 074 00 ITALIANA 08/02/1897 00835518 BELLO VICENZO 014 00 ITALIANA 08/02/1897 00835522 BELLO VICENZO 074 00 ITALIANA 08/02/1897 00523225 BELLO VINCENZO 031 00 ITALIANA 14/04/1893 00679763 BELLO VINCENZO 034 00 ITALIANA 21/10/1895

HISTORIA E MITOLOGIA -

DIDO
Era filho de Afrodite e do mortal Anquises. Destacou-se por sua brilhante atuação na mítica guerra de Tróia , transformando-se num dos maiores e mais valorosos heróis troianos. Quando a cidade foi definitivamente tomada pelos gregos, Enéias partiu de Tebas levando seu pai nos ombros e seu filho Ascânio pela mão. Sua esposa Creúsa, filha do rei Príamo havia desaparecido misteriosamente como uma sombra, dizem que raptada por Afrodite ou Réia. Levou ainda consigo os Penates troianos, divindades que protegiam o Estado, os governos e as instituições que regem um e outro para dessa maneira fundar nova cidade. Empreendeu uma longa jornada, passando por um sem número de lugares até que chegou ao Epiro, terras onde se havia estabelecido Heleno e Andrômaca. Em seguida o herói aportou nas costas da África, mais precisamente em Cártago, onde reinava Dido. Aí se iniciou uma história de amor que inspirou diversas tragédias, sendo uma das mais conhecidas a ópera lírica de Henry Purcell (1658?-1695), lírica Dido e Enéias.
Dido era filha do rei de Tiro, Belo, que foi sucedido no trono por seu filho Pigmalião - não confundir com o escultor. Este, como era muito ganancioso, assassinou o cunhado Siqueu, sacerdote de Héracles . Dido resolveu abandonar a cidade porque seu marido lhe apareceu em sonho para avisar-lhe que seu irmão pretendia matá-la da mesma forma que fizera com o marido. Aportou em Cártago com o navio repleto dos tesouros de Siqueu, alguns nobres descontentes e algumas jovens raptadas em Chipre para serviram-lhes de companheiras. Os nativos da região a receberam em paz e afirmaram que seriam suas as terras cuja área o couro de um boi pudesse abranger. Cortando a pele do animal em tiras finíssimas Dido logrou delimitar uma vasta região onde fundou Cártago, cidade que cresceu e prosperou com vertiginosa rapidez.
Quando Enéias por aquelas terras aportou, a rainha o recebeu cordialmente e não tardou a dele se enamorar. Mas Jarbas, rei da Getúlia, que há muito pretendia desposar Dido e apossar-se de tão opulento reino, suplicou a Zeus que afastasse dali o estrangeiro que vinha interferindo em seus planos. Zeus aceitou sua súplica e Hermes foi enviado para dissuadir Enéias de permanecer em Cártago e lembrar-lhe da necessidade de conquistar novas terras. Não suportando a dor da separação, ao ver seu amado partir, Dido cravou em seu peito uma espada, pondo fim à sua vida.
O herói, chegando à Itália foi imediatamente procurar a sibila de Cumas, sacerdotisa de Apolo e esta, sendo portadora da vontade dos deuses, ordenou-lhe que empreendesse a descida aos Infernos. Lá chegando, passou aos Campos Elísios, onde reencontrou seu pai, já há tempos falecido e os heróis troianos que lhe informaram sobre os acontecimentos que o destino lhe reservava. Enéias prosseguiu viagem até chegar ao Lácio, região da Itália central onde Latino reinava sobre os aborígines, os mais antigos habitantes da região. A partir desse ponto, a saga de Enéias se confunde com o mito da fundação do império romano.
Os romanos incorporaram o mito de Enéias para fundamentar a existência de Roma já que Enéias, era herói troiano, rejeitava os gregos além de não haver sucumbido. Com isso, outorgaram a uma tradição mítica e uma descendência divina. O escritor romano Públio Virgílio Marão que viveu de 70-19 a.C., escreveu um poema épico, composto de doze cantos denominado Eneida, no qual transformou Enéias em herói nacional, partícipe da fundação de Roma.
Tudo começou quando Enéias foi muito bem recebido por Latino, que lhe ofereceu terras para lá fixar-se com seus companheiros. Recebeu também a mão da princesa Lavínia, outrora noiva de Turno, rei dos rútulos. Ocorreu que Latino, persuadido pela revelação de oráculos, aguardava a chegada de um forasteiro para que este, unindo-se a sua filha desse origem à uma geração poderosa que governaria o mundo. Hera , para prejudicar Enéias, por quem nutria especial aversão, enviou uma das três Fúrias, Alecto, para provocar a discórdia naquelas terras. Sem muito esforço, incitou Amada, a rainha que passou a opor-se ao casamento e encheu de ciúmes o coração de Turno, preterido pelo rei. Além disso, fez com que Ascânio matasse um cervo muito manso e por isso muito querido na região, despertando rivalidade entre aborígines e troianos.

Eneias foge queimando Tróia
A derrota parecia inevitável, pois os troianos estavam cansados, recém saídos de uma guerra. Tibre, o deus do rio apareceu a Enéias em sonho pra aconselhá-lo a buscar ajuda com Evandro, rei que governava com justiça e sabedoria Palanteu. Quando Enéias o procurou para solicitar-lhe auxílio, o rei lhe ofereceu um exército chefiado por seu filho Palas. Existem outras versões que explicam a aliança de Enéias com o rei Latino bem como das guerras que precisou empreender no Lácio. Mas em todas elas, ao final, apresentam Enéias ao final unido a Lavínia e tendo como filho a Sílvio, que mais tarde se tornaria avô de Remo e Rômulo, este último herói e fundador de Roma.

APELIDOS UTILIZADOS POR JUDEUS NO PERÚ.

Dicionário do Latim


Bellõ, ãs, ãre, ãvi. Sentido próprio: l) fazer guerra, guerrear, daí por generalização do sentido. 2) Guerrear, lutar. Obs: constrói-se intransitivamente, ou com acusativo precedido de <> , <> ou <>, ou ainda com ablativo acompanhado de <> ou <> ou ainda com dativo (em poesia) ou com a expressão <> ou finalmente com a passiva impessoal.


Bellor. Ãris.ãri, v.dep.arc. = bello. Fazer a guerra, combater.

Bellovessus Beloveso Rei dos Celtas.

Belus, i, subs.pr.m. Belo. 1) primeiro Rei dos Assírios, pai de Nino 2) A mais antiga Divindade dos Assírios, isto é, o seu primeiro Rei deificado. Pai de Egito e Danau e avõ das Danaides. 4) Pai de Dido. 5) Rio da Fenícia.

Bellum sentido próprio. 1) Guerra, daí combate batalha. No plural. 3) exércitos Guerra (Divindade).

Pulcher – Sent. Próprio. 1) Belo, formoso, pulcro, poderoso, forte. Daí: 2) Magnífico, precioso, excelente , corpulento (tratando-se de animal). Sentido figurado 1) Belo, nobre e ilustre, honroso, esta grafia ainda é encontrada nos bons manuscritos de Cíciero.

SIGNIFICADO DO LATIM - BELLO -

Dicionário do Latim


Bellõ, ãs, ãre, ãvi. Sentido próprio: l) fazer guerra, guerrear, daí por generalização do sentido. 2) Guerrear, lutar. Obs: constrói-se intransitivamente, ou com acusativo precedido de <> , <> ou <>, ou ainda com ablativo acompanhado de <> ou <> ou ainda com dativo (em poesia) ou com a expressão <> ou finalmente com a passiva impessoal.


Bellor. Ãris.ãri, v.dep.arc. = bello. Fazer a guerra, combater.

Bellovessus Beloveso Rei dos Celtas.

Belus, i, subs.pr.m. Belo. 1) primeiro Rei dos Assírios, pai de Nino 2) A mais antiga Divindade dos Assírios, isto é, o seu primeiro Rei deificado. Pai de Egito e Danau e avõ das Danaides. 4) Pai de Dido. 5) Rio da Fenícia.

Bellum sentido próprio. 1) Guerra, daí combate batalha. No plural. 3) exércitos Guerra (Divindade).

Pulcher – Sent. Próprio. 1) Belo, formoso, pulcro, poderoso, forte. Daí: 2) Magnífico, precioso, excelente , corpulento (tratando-se de animal). Sentido figurado 1) Belo, nobre e ilustre, honroso, esta grafia ainda é encontrada nos bons manuscritos de Cíciero.

terça-feira, 6 de maio de 2008

FILOSOFIA SOBRE O BELO

BELO
“Não pode haver nenhuma regra de gosto objectiva, que determine por meio de conceitos o que seja belo. Pois todo juízo proveniente desta fonte é estético; isto é, o sentimento do sujeito e não o conceito de um objecto é o seu fundamento determinante. Procurar um princípio de gosto, que fornecesse o critério universal do belo através de conceitos determinados, é um esforço infrutífero, porque o que é procurado é impossível e em si mesmo contraditório.” (Crítica da Faculdade do Juízo, I, 17). Kant refere-se assim à tentativa de definição do belo (Das Schöne), categoria estética ou expressão maior da estética, tradicionalmente tomada por “ciência do belo”. Por ser um conceito com enorme carga subjectiva e de aplicação universal, a sua definição é problemática desde a origem da reflexão estética. O primeiro texto especulativo sobre o belo (kalos), o Hípias Maior, atribuído a Platão, termina com a confirmação do provérbio “o que é belo é difícil”, pois os dois interlocutores, Sócrates e Hípias, não conseguiram chegar a uma definição satisfatória. Da mesma forma que termos como o amor, a justiça, o jogo, o bem e o mal, por exemplo, são indefiníveis no sentido em que não é possível determinar um critério de aplicação imediata, assim acontece com o conceito de belo. Kant, o primeiro filósofo a tratar da questão do belo de forma sistemática, contudo sem propor um método de reconhecimento, chama estética à parte da Crítica da Razão Pura que trata da sensibilidade, mas estuda o belo na Crítica da Faculdade o Juízo. Depois de Alexander Baumgarten (1714-1762), autor de Aesthetica, o que prevalece é uma elementar definição da estética como ciência do belo (da mesma forma simplista que se aceita a lógica como ciência da verdade e a moral como ciência do bem).
Na Antiguidade, o belo é tratado por Platão, Aristóteles e Plotino. O Hípias Maior é o diálogo que mais demoradamente se ocupa da definição do belo em si (auto to kalon), um traço que seja comum a todos os objectos supostamente belos. No Simpósio e no Fedro, o problema do belo concorre com o do amor. O Simpósio é em grande parte a procura de uma solução para a questão: “Eros é o amor do belo?”(204d). O amor é sempre um delírio (mania) que nos conduz à visão do belo sensível (“Somente a Beleza tem a ventura de ser mais perceptível e cativante!”, Fedro, 250d). Neste diálogo, Sócrates pergunta a Agatão: “Não achas que o belo é simultaneamente bom?” (201c). O diálogo não chega a ser conclusivo. Aristóteles, na Metafísica, chama já a atenção para a diferença entre o belo e o bem: o bem implica sempre acção e o belo pode ser encontrado nas coisas imóveis (1078a1). Aristóteles considera depois três formas superiores do belo: a ordem, a simetria e o limite, formas que a matemática demonstra especialmente. Como a simetria diga respeito fundamentalmente às artes plásticas, Aristóteles não a menciona na Retórica, onde volta ao assunto. A ordem encontra-se na estrutura formal da tragédia; a limitação diz respeito à extensão da tragédia. Estes princípios filosóficos são aplicados à literatura na Poética: “o belo consiste na grandeza e na ordem, e portanto, um organismo vivente pequeníssimo não poderia ser belo (…); e também não seria belo, grandíssimo.” (1450b). Não se encontra em Aristóteles, contudo, uma especulação sistemática sobre o belo. Em as Enéadas, Plotino também discorre brevemente sobre o assunto, pondo em causa a ideia de que o belo possa ser medido pela grandeza e pela ordem. Plotino segue ainda Platão e conclui que tais critérios apenas servem a beleza física, ignorando a beleza moral.
O conceito de belo entra na crítica da obra de arte de parceria com as noções de gosto, de equilíbrio, de harmonia, de perfeição - efeitos que se produzem no sujeito apreciador. Parece ser condição necessária ao despontar do sentimento do belo a sensação de prazer e/ou de simpatia. As duas principais conceituações clássicas do belo apresentam-no como “o que é agradável à vista e ao ouvido” (Platão, Hípias Maior, e S. Tomás de Aquino). Kant demonstra que o belo não pode ser só o agradável, porque o prazer estético pode neutralizar o prazer sensível e vice versa. O agradável provoca o desejo e está sujeito à predisposição do sujeito. O belo é sempre sensação subjectiva e desinteressada, não sendo determinado por nenhuma predisposição particular do sujeito. Kant dirá a propósito que o juízo sobre o agradável pressupõe o prazer provocado pelo objecto, enquanto o juízo sobre o belo é anterior ao prazer e condiciona-o.
Hípias propôs a Sócrates que o belo fosse o útil. Mas sabemos que são coisas distintas, porque as coisas úteis não são necessriamente belas e vice versa. O útil está circunscrito a uma situação particular e relativa; o belo é independente de qualquer condição. O belo julga-se por si mesmo, ao passo que o útil deseja-se em função de um propósito. Como observou Kant, o belo “agrada sem conceito”, porém só podemos dizer de algo que é útil quando o sujeitamos à experiência ou à ponderação.
O sublime não é apenas o belo elevado ao seu mais alto grau. Da mesam forma, por analogia, o bonito não é simplesmente o belo reduzido à sua expressão mais comum. O sublime exige a condição de ilimitado: é sublime o que se nos escapa no juízo imediato do belo. O sublime é aquilo que a imaginação não consegue deter; o belo é detível pela imaginação e encontra-se num objecto finito. O bonito (e todas as variantes de menoridade do belo como o gracioso, o lindo, o encantador, etc.) é o belo sem grandeza de espécie limitada. A avaliação de um objecto em termos de sublime, belo ou bonito é a mais subjectiva das actividades judicativas do homem. Trazida tal avaliação para a literatura, não se aceita hoje que tais atributos possam ser determinados objectivamente para a leitura crítica do texto literário. A crítica impressionista que dominou o século XIX pode reclamar o contrário, mas todas as correntes críticas do século XX tendem a não considerar os juízos meramente subjectivos como aceitáveis na apreciação das obras de arte literária.
Não é possível dissociar o belo do seu antónimo: o feio. O adágio “Quem o feio ama bonito lhe parece.” mostra que os juízos sobre o belo e o feio são potencialmente arbitrários. Se um objecto é considerado feio é porque não possui aquilo que se julga ser belo, mas como tal consideração é sempre subjectiva, o que é feio para uns pode ser até sublime para outros e vice versa. Nem o cómico pode servir de meio de apuramento do belo e do feio, porque tanto podemos rir de uma coisa bela como de uma feia, embora seja esta última, quando associada sobretudo ao ridículo, que provoca mais vezes o riso.
O belo só faz sentido para o homem, por isso tem que ser uma categoria que está presente no Ser do homem. Mas o belo não é determinante do Ser de todas as coisas para que se dirige. Daquilo que dizemos ser belo, extrai-se um juízo de valor que afecta a existência em si do objecto analisado. Como defende Kant, na Crítica da Faculdade de Julgar (I, 2), uma coisa é bela em função de uma simples observação subjectiva, não se colocando em causa a existência que a coisa tem em si mesma. Kant distingue o belo do bom (o que agrada por meio da razão) e do agradável (o que exige a aceitação dos sentidos). O belo resulta de uma reflexão subjectiva sobre um objecto, sem haver necessidade de saber que coisa deva ser esse objecto (a não ser que queiramos determinar se ele é bom), ou seja, uma coisa bela não pede um conceito sobre a coisa em si. Uma flor pode ser considerada bela sem produzirmos um conceito sobre a sua realidade como flor. (Em termos estéticos, pensamos que a avaliação da beleza de uma obra de arte se faz de forma algo diferente da dos objectos comuns: dizer que uma obra é bela é criticamente redutor se não acrescentarmos algo sobre a natureza e o perfil dessa obra.) Como o juízo do belo é meramente contemplativo (por isso tem um alcance crítico limitado na apreciação de uma obra de arte) e sem qualquer interesse, não pode ser um juízo do conhecimento. Quer dizer, o belo não está alicerçado em conceitos nem tem por fim chegar até eles. A definição kantiana é então enunciada nestes termos: “O belo é o que é representado sem conceitos como objecto de um comprazimento universal.” (I, 6).
Desta definição parte Kant para uma importante distinção: “Há duas espécies de beleza: a beleza livre (pulchritudo vaga) e a beleza simplesmente aderente (pulchritudo adhaerens). A primeira não pressupõe nenhum conceito do que o objecto deva ser; a segunda pressupõe um tal conceito e a perfeição do objecto segundo o mesmo. (…) Flores são belezas naturais livres. (…) No entanto, a beleza de um ser humano (…) pressupõe um conceito do fim que determina o que a coisa deve ser, por conseguinte um conceito da sua perfeição, e é portanto beleza simplesmente aderente.” (I, 16). Os comentadores posteriores do belo parecem concordar com a existência de duas espécies de belo. Hegel começa a sua Estética distinguindo desde logo o belo artístico do belo natural. Este segundo tipo de belo (que equivale ao “belo livre” de Kant) fica de fora da estética que se deve ocupar apenas do belo criado pela arte. É a única forma de trazermos o conceito do belo para a teoria literária: o belo do texto literário é, invariavelmente, um belo artístico, conquanto a literatura seja uma obra de arte. Nenhum texto literário pode ter uma beleza como a do Sol, que é absoluta e não é um produto do génio.
Depois de concordar com a tese de Kant sobre a insustentabilidade da definição clássica do belo como unicamente o que agrada, convencido de que qualquer reflexão sobre o belo não pode limitar-se ao domínio do sentimento, Hegel defende o belo artístico como o único com interesse estético. O belo artístico é um produto do espírito, por isso só o podemos encontrar nos seres humanos e nas obras que eles produzem. Segundo Hegel, a Ideia do bem, da verdade e do belo completam-se, porque, em suma, só há uma Ideia. Tudo o que existe contém a Ideia. A estética ocupa-se em primeiro lugar da Ideia do belo artístico como ideal. O romantismo de Schiller, Goethe e Schelling definira o belo como o infinito no finito. Hegel completará este aforismo com uma reflexão especulativa mais ambiciosa: o belo, que do objecto aparece no sujeito, é “em si mesmo infinito e livre”.
A estética hegeliana foi desprezada no século XIX, vencida pelo psicologismo dominante. Em Itália, Francesco de Sanctis preservou a lição de Hegel e o seu sucessor, Benedetto Croce, com a Estética come scienza dell’espressione e linguistica generale (1902), redescobre a visão idealista do belo. Propondo a a abolição das fronteiras entre todas as artes e entre todos os géneros literários, Croce defende todo o acto artístico como expressão, origem do “lirismo”. Conquanto as obras de arte sejam formas de lirismo, serão sempre arte com valor estético. No marxismo, a estética de Hegel também encontrou defensores. Se os fundadores do marxismo apenas dedicaram ao problema do belo breves comentários, autores contemporâneos como Lukács e Brecht empenharam-se na definição do belo artístico como expressão do homem social, trabalhador e criador. Visando a unidade do verdadeiro, do bom e do belo, a estética marxista-leninista vai mais além da obra de arte na procura do significado do belo. Toda a obra de arte é um reflexo da consciência social. O belo não é uma realidade absoluta e intocável pelo humano: o belo é o resultado do trabalho humano realizado em comunidade.

ESTÉTICA, GOSTO, SUBLIME

Bib.: Aristóteles: The Complete Works (2 vols., ed. por Jonathan Barnes, Princeton, 1985), Poética (trad. de Eudoro de Sousa, 2ª ed., Lisboa, 1990); Arthur Berndtson: Art, Expression, and Beauty (1969); David Carrier: “Baudelaire's Philosophical Theory of Beauty”, Nineteenth-Century French Studies, 23, 3 (1995); David Hume: “Of Beauty and Deformity”, in A Treatise of Human Nature (ed. por L. A. Selby-Bigge, Oxford, 1978); Edmund Burke: A Philosophical Inquiry into the Origin of Our Ideas of the Sublime and Beautiful (1757, 2ªed., ed. por J. T. Boulton, Londres, 1958); E. F. Carritt: The Theory of Beauty (1914); Eric Newton: The Meaning of Beauty (1962); Erwin Panofsky: Idea: A Evolução do Conceito do Belo (São Paulo, 1994); Étienne Gilson: Les Arts du beau (1963); Friedrich Schiller: Textos sobre o Belo, o Sublime e o Trágico (Lisboa, 1998); G. Gauckler: Le Beau et son histoire (1873); G. Lukács: Ästhetic I: Die Eigenart des Äesthetischen (1963); G. Santayana: The Sense of Beauty (1896; ed. por W. G. Holzberger e H. J. Saatkamp, jun., Cambridge, 1988); Guy Sircello: A New Theory of Beauty (1975); G. W. F. Hegel: Estética (trad. de Álvaro Ribeiro e Orlando Vitorino, Lisboa, 1993); I. Kant: Crítica da Faculdade do Juízo (1790, trad. de António Marques e Valério Rohden, Lisboa, s.d.); Jean Lacoste: Idée de beau (1986); J. Glenn Gray: “The Claims of Beauty”, Virginia Quarterly Review, 49 (1973); John Dewey: Art as Experience (1934); J. P. Crousaz: Traité du beau (1985); Marc Cameron Reyes Conner: «The Beautiful and the Sublime in the Postmodern Novel», tese de doutoramento (Universidade de Princeton, 1994); Marcel Perez: “Vocabulaire de la beauté”, Crisol, 4 (Nanterre, França, 1986); Mary Mothersill: The Beauty Restored (1984); M. Griveau: Les éléments du beau (1892); Michael B. Prince: “The Eighteenth-Century Beauty Contest “, Modern Language Quarterly, 55, 3 (1994); Platão: Íon (trad. de Victor Jabouille, 2ªed., Lisboa, 1992), O Simpósio (trad. de Pinharanda Gomes, Lisboa, 1986), Fedro (trad. de Pinharanda Gomes, Lisboa, 1981), Hípias Maior (trad. de Maria Teresa Schiappa de Azevedo, 2º ed., Coimbra, 1989), República (trad. de Maria Helena da Rocha Pereira, 4ªed., Lisboa, 1983); Samuel Alexander: Beauty and Other Forms of Value (1968); Timothy Raser: “The Fate of Beauty in Romantic Criticism”, Nineteenth-Century French Studies, 14, 3/4 (1986); Walter J. Hipple, Jr. : ”Philosophical Language and the Theory of Beauty in the Eighteenth-Century”, in Howard Anderson e John S. Shea (eds.): Studies in Criticism and Aesthetics, 1660-1800: Essays in Honor of Samuel Holt Monk (1967); William Hogarth: The Analysis of Beauty (1753, ed. por Joseph Burke, Oxford, 1955).

terça-feira, 15 de abril de 2008

A FAMILIA BELO E BELLO

Como esta sendo estudado, a familia Belo e Bello, ajudou a definir os mapas europeus. Há nos registros a existencia de inumeros membros da familia em varios paises, tais como Inglaterra, por volta de 1176, Espanha, Portugal, Alemanha, Italia, França. A terminologia BELO advem do latim belico, guerreiro e guerrear e não no sentido de beleza que seria PULCHER. A entrada dos ramos da familia no advento das descobertas, temos registro primeiro da entrada pela Venezuela, depois Brasil, posteriormente Argentina, Mexico e assim sucessivamente. Uma grande parte, por não ser Catolico Apostolico Romano, fugia da "Santa Inquisição" e procurava ficar quase no anonimato onde residiam. Grandes personalidades na historia da existencia da familia Belo e Bello exisitiram em varios paises conformes exporemos em outros artigos desta publicação. No Brasil, principalmente temos a entrada na região das Minas Gerais de um grande ramo da familia, posteriormente em outros estados, que foi por volta de 1670. A entrada em massa dos Italianos Bello, vem a partir de 1860, onde apresentaremos os arquivos de registro. Há uma grande confusão das pessoas, mas a sequencia é esta, familia iniciada na região da galicia, com grande tendencia da pratica do paganismo, depois veio a conversão, e posteriormente as imigrações e emigrações, onde há inclusive ramo da familia Bello de outra etinia, ou seja da raça negra, japoneses e etc..., Com o cerco das inquisições, muitos "purificaram o sangue" na Igreja, outros optaram a mudar. Com as grandes lutas, e as divisões dos mapas europeus, uns ficavam na região da Galicia, outros Germanicas, Lombardas, Italicas e assim por diante... Quando a febre dos descobrimentos se deu inicio, para a nova AMERICA, muitos preferiram mudar para a "terra nova" a fim de novas aventuras, riquesas e se esconderem das ordens do PAPA. É interessante a historia da familia Bello e Belo e já temos inumeras obras publicadas sobre ramos da familia, no Brasil e Portugal quanto em outros paises. Em arquivo, temos mais de 5.000 nomes Bello e Belo registrados desde 1176 e tentaremos chegar comprovadamente em datas anteriores.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

FAMILIA BELLO E BELO

A FAMILIA BELO OU BELLO.

TEMOS VARIOS RAMOS DA FAMILIA BELLO E BELO.
A familia Bello e Belo ajudou a definir os mapas da europa e temos o registro dos ramos na ESPANHA, ALEMANHA, ITALIA, INGLATERRA E PORTUGAL. Inclusive temos a imagem dos Brasões da familia em todos estes paises e as exporemos aqui. O ramo que a principio faremos alusões é o ramo que veio de Portugal e tentaremos selecionar o historico atraves de cada país e região em que a familia esteve presente. Ja existem obras publicadas em Portugal e no Brasil sobre a familia

A grafia original do sobrenome Bello é com duplo “LL”, e assim grafar os descendentes nascidos até a data de 1930, supondo que ate finalizar o curso primário assim devem ter aprendido. Por volta de 1940, uma reforma ortográfica, adotando novas regras, suprimindo letras duplas, mudas, conjunto de letras com sons e sentidos diferentes. Ph com som de efe , ch com sons de qui, entre outros permitiu e trouxe as naturais conseqüências.Aos nomes próprios foi facultada a grafia original ou a nova e isso principalmente entre a juventude produziu efeitos, e muitos se deixaram se seduzir pela simplificação ou pela lei do menor esforço, rompendo com a “tradição” e o respeito a ela devido. Raros foram os casos de omissões e há inclusive provas de que pais assinam com os dois L e filhos com apenas um L.

UM POUCO DE HISTORIA


A família de origem italiana estabelecida em São Sebastião do Paraíso em Minas Gerais, procedente de Nicolau Belo (1871, Bosco, Itália- 1921) que deixou geração de seu casamento com Carminiela Nicolleto (Itália MG). Emigraram para o Brasil por volta de 1892, juntamente com o seu primeiro filho.
Há uma outra família com esse sobrenome, também italiana, procedente de Tortorella, estabelecida em São João Del Rei. Sobrenome de uma família estabelecida na cidade de Belém, no estado do Pará.
Os BELLO que originaram do tronco português “ALVES BELLO” donde emigraram no século XVII. Três irmãos se estabeleceram na região central (planalto da Mantiqueira, propriamente em Barbacena). Documentos levantados pelo então Capitão do Mar e Guerra Luiz de Oliveira Bello no ano de 1943 e por ultimo um levantamento feito pelo Padre Armando Lima, com mais de 75 anos, e aposentado que mostrou o levantamento da arvore genealógica. Os Lima são um ramo da mesma ascendência, família muito estabelecida em Ressaquinha, em Minas Gerais. Um fato curioso foi a escolha de se estabelecerem no Planalto da Serra da Mantiqueira, quando todos procuravam ouro e diamante. Talvez fosse devido ao sangue judeu que corria em suas veias, pois era mais interessante utilizar do mercantilismo e vender alimentos aos exploradores de ouro, pois antigos anuais revelam que a arroba do boi valia um bom conto de reis. Os Bello, Alves, Lima, também os Campos tiveram e ainda tem um grande papel representativo na historia do nosso grande país, Brasil.

ENTRADAS E BANDEIRAS

Do que se ouve e lê, a nossa história é ligada as primeiras BANDEIRAS, que penetraram no território, mais tarde denominado como Minas Gerais, depois de vadearem o Rio Grande e subirem o curso do afluente Rio das Mortes, até quase as cabeceiras, onde tomaram as margens de um afluente direito, o Caieiro, pelo qual foram ter ao Vale do Ribeirão de Alberto Dias (hoje Alfredo Vasconcelos M.G). Este cidadão Alberto Dias de Carvalho foi um Bandeirante, que subiu o vale acima e lhe deu o nome. Ele era um português, casado em São Paulo e passou aqui a residir na região, no Sitio do Cará, aonde veio a falecer em 1731. Nos primeiros lustros do século XVIII (1700-1720), entre os muitos bandeirantes que se estabeleceram com fazendas nesta região, são conhecidos os grandes acontecimentos da Inconfidência Mineira, os da família Lopes de Oliveira, cujo chefe, Coronel José Lopes de Oliveira foi o construtor da Fazenda do Ribeirão de Alberto Dias, infelizmente demolida. Em 1739, nasceu na Fazenda do Ribeirão o menino José Lopes de Oliveira, filho de José Lopes de Oliveira e Bernadina Caetana do Sacramento que era natural da Freguesia do Olival, Bispado do Porto, Portugal, filho legitimo de Manoel Lopes e Isabel Fernandes, também da mesma Freguesia, sendo assim o menino e futuro inconfidente ali foi batizado a primeiro de maio de 1749 na Capela de Nossa Senhora do Rosário, (Construída por seu pai em 1720). Jovem então, lá com os seus 23 a 24 anos, foi ordenado em Mariana, tornou-se Padre e participou ativamente da Inconfidência Mineira. Quando ordenado, pois deve ter recebido as ordens sacerdotais no Porto, onde se educaram seus irmãos, Frei Antonio, Frei Domingos e Quitéria, religiosa professora do Convento de Menchique, e também, Bernadina e Maria. Em agosto de 1773, a penúltima das quatro filhas do casal José Lopes de Oliveira e Bernardina Caetano do Sacramento, de nome Anna Quitéria Joaquina de Oliveira, nascida também na Fazenda do Ribeirão de Alberto Dias, em maio de 1759, casou-se anos depois com o Coronel Luiz Alves de Freitas Bello, que recebeu como dote a Fazenda do Ribeirão, uma sesmaria e doze escravos e outras coisas avaliadas em quatorze reis. Coronel, natural da freguesia de São João da Povoa, Vila de Monte Real em Portugal. Este já em 1775, o filho do casal Luiz Alves de Freitas Bello e Anna Joaquina de Oliveira, nascia, segundo alguns, na Fazenda do Ribeirão com o nome de Luiz José de Freitas Bello. Criado e educado na mesma Fazenda em convívio tão intimo com e piedoso com o seu tio Capelão, Padre José Lopes de Oliveira. Exerceu o sagrado Ministério da Ermida do Ribeirão, desde dezembro de 1763. Depois foi Capelão da Irmandade do Santíssimo Sacramento ou então arraial da Igreja Nova (atual Santuário da Matriz da Piedade de Barbacena); em 1781, residia no Xopotó (atual Alto do Rio Doce) e em 1784 teve provisão para uso de Ordem em Prados, donde já pertencia ao Coronel Freitas Bello. Do casal Luiz Alves de Freitas Bello e Ana Joaquina de Oliveira, nasceu também Bernardina Quitéria que casou com o celebre Joaquim Silvério dos Reis (Montenegro), nome que tristemente figura na Inconfidência Mineira. Dolorosos sofrimentos sobreviveram à família Lopes de Oliveira.... É que encontros se deram na Fazenda do Ribeirão com o Alferes Joaquim Jose da Silva Xavier, o Tiradentes, e os dois irmãos Padre José Lopes de Oliveira e o Coronel Francisco Antonio de Oliveira Lopes. Por negócios de compras de Fazendas entre o Coronel Francisco Antonio de Oliveira Lopes e Joaquim Silvério dos Reis, houve sérios desentendimentos entre ambos na Fazenda do Ribeirão de Alberto Dias, reforçado, ao que se julga, o motivo em que a historia nos conta para a grave denúncia dos Conjurados Mineiros... Pelos depoimentos do Padre Jose Lopes de Oliveira, o Inconfidente do Ribeirão, o traidor Coronel Joaquim Silvério dos Reis, português, nunca foi dono e jamais morou na Fazenda do Ribeirão. Era, assim, Joaquim Silvério dos Reis, sobrinho por afinidade do Padre José Lopes de Oliveira e do Coronel Francisco Antonio de Oliveira Lopes, o qual denunciou. Traído e denunciado por seu infame sobrinho, o Padre José Lopes de Oliveira foi preso em 1789 e conduzido para o Rio de Janeiro, com o Doutor Domingos Vidal Barbosa Lage, na 4ª Escolta que dirigia o Sargento Mor do Regimento de Cavalaria Regular de Vila Rica, senhor José Vasconcelos Parada e Souza. Depois de três anos retido na prisão da Ilha das Cobras no Rio de Janeiro, foi remetido em 24 de junho de 1792 para Lisboa em Portugal, com demais sacerdotes Inconfidentes na Fragata Golfinho, comandada pelo Capitão Manoel da Cunha Souza Maior. Tinha sido iniciado na conspiração por seu irmão Francisco Antonio de Oliveira Lopes e em seguida pelo Padre Carlos Correia de Toledo. Foi com o Padre Rolim, condenado à morte com o mesmo cerimonial, com a infâmia e seqüestro dos bens, sendo a pena para degredo perpétuo. Depois de quatro anos de cárcere na masmorra da Torre de São Julião da Barra em Lisboa, faleceu ralado de angústias e de sofrimentos, aos 56 anos de idade. O seu irmão, Coronel Francisco Antonio de Oliveira Lopes, foi degredado para Bié, na África, lá também falecendo. O Padre José de Freitas Bello parece não ter residido por muito tempo na Fazenda do Ribeirão, porque certamente, desgostoso com os terríveis acontecimentos e conseqüências da Inconfidência Mineira. Seus pais, Capitão Luiz Alves de Freitas Bello e dona Anna Quitéria Joaquina de Oliveira, afastaram-se da Fazenda do Ribeirão em 1792. Só talvez pudessem vender a 28 de dezembro de 1802 a Antonio Francisco Fagundes e sua mulher, por troca da Fazenda de São Paulo, situada na Capitania do Rio de Janeiro, em Taquira, próximo ao Porto de Estrela. Coube, então, ao Padre Luiz Jose de Freitas Bello, realizar a 7 de novembro de 1801 o casamento de sua irmã, Maria Cândida de Oliveira Bello com o Tenente Francisco de Lima e Silva na cidade do Rio de Janeiro. Desse matrimonio resultou o nascimento de LUIZ ALVES DE LIMA E SILVA o Duque de Caxias em agosto de 1803. Assim vimos que por ironia do destino a compensação veio, pois a família teve um traidor da conjuração mineira e um herói nacional, o patrono do Exercito Brasileiro e foi na FAZENDA DO RIBEIRÃO EM QUE TEVE O INICIO DA FAMILIA OLIVEIRA BELLO POR VOLTA DE 1773.

RESUMO FAMILIA/POSIÇÃO SOCIAL:

Luiz Alves de Freitas Bello casou-se em 1773 com Anna Quitéria Joaquina de Oliveira.
Seus filhos:
Padre Luiz José de Freitas Bello.
Coronel Antonio Lopes de Oliveira Bello

Brigadeiro Joaquim Mariano de Oliveira Bello foi Brigadeiro e Deputado em Alagoas.
Marechal Wenceslau Alves (foi Presidente da província do Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo)- Foi pai de Luiz Alves Leite de Oliveira Bello, nascido em Porto Alegre que foi Presidente da Província do Rio de Janeiro.
Coronel Jose Ricardo Oliveira Bello
Bernardina Quitéria dos Reis (que casou com Joaquim Silvério dos Reis Montenegro)
Maria Cândida de Oliveira Bello nome de casada passa a ser de Mariana Cândida de Lima (Baronesa de Barra Grande). Dama Honorária da Imperatriz.

RAMIFICAÇÕES

O Irmão gêmeo de Luiz Alves de Freitas Bello, Alexandre Alves Batista Bello, casou-se com Maria Rosa de Jesus, tendo quatro filhos. Podemos observar que desde o período do Império Brasileiro, ramificações da família Bello (Belo), já estavam se espalhando por todo o território brasileiro, e principalmente em Minas Gerais, que iniciou a principal ramificação, passaram a família por Alfredo Vasconcelos, São João Del Rei, Prados, Dores de Campos, Barroso, Barbacena, Ressaquinha, Senhora dos Remédios, Alto do Rio Doce, Formiga Grande, Piau, Sul de Minas, Alagoas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Sergipe e Rio Grande do Norte. Normalmente as famílias eram numerosas como costume de época.

FAZENDAS

José Lopes de Oliveira em 1738 foi proprietário das fazendas da CAVEIRA DE BAIXO, da MOTUCA, da TRAPIZONGA, do RIBEIRÃO, da CACHOEIRA (Potreiro) da RESSAQUINHA (que depois foi seqüestrada pela Fazenda Real Portuguesa), foi proprietário ainda de vasto território que se estendia do ALTO DO RIO DOCE até o ALTO DA SERRA DA MANTIQUEIRA. Foi tido como o homem mais rico da região. Alem disso José e Bernardina, além de serem donos de grandes posses, foram os avos do DUQUE DE CAXIAS e por volta de 1726 fundaram as primeiras casas do Ribeirão. Joaquim Silvério dos Reis, homem também de grandes posses, era dono da FAZENDA DA CAVEIRA DE CIMA (hoje sede do Hospital Psiquiátrico FHEMIG em Barbacena, também seqüestrada pela Fazenda Real Portuguesa).

FAZENDA DO RIBEIRÃO DE ALBERTO DIAS (EM ALFREDO VASCONCELOS).


GERAÇAO DOS BELLO (BELO) BELLI & os brasões da família.

O brasão da família, origem que tudo indica, iniciou-se com emigrantes de terras e possessões Portuguesas, como a Ilha de Açores, uma pesquisa mais profunda por gerações passadas pode inclusive nos mostrar o elo, que liga ascendentes do nosso ramo BELLO, aqueles da terra italiana, cujo brasão expõe por curiosidade para uma apreciação.

Bello: Do latim medieval BELLUS (Belo lindo formoso), porém um nome próprio Gratulatório de bons vaticínios aos recém-nascidos pelo desejo de que crescesse Belo aos olhos de todos, também aos de Deus, assim está nos dicionários dos Italianos. Bello Di Paolo, Di Emilia, Di Benedetto, Di Domenico, Dí Giuseppe, Nobili Dei Conti. Nobile Dei Viterbo. Família de grande importância na Nobreza Italiana, pois pertenceram a elencos nobres de Piemonte, da Lombardia e Romana, na Sicília e no reino de San Marino, estando inscrito no elenco Ufficiale Nobiliare Italiano e no Libro D’Oro Della Nobilita Italiana. Essa família é citada em todas as Obras Heráldicas italianas como BELLO e no plural como BELLI. Pesquisa efetuada no Elenco Storico Della Nobilita Italiana e no The Historical Research Center. Alguns membros desta família de data posterior receberam brasões diferenciados.